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Efeitos da cultura esquerdista

O médico e escritor Carlos Alberto Reis Lima, auto intitulado “um médico envergonhado de seus colegas cultores da morte”, em seu artigo A cultura da morte (Mídia Sem Máscara, 13/abril/2007), diz o seguinte:

“Se acham que estou exagerando ao ver as esquerdas como cultoras da morte, então contem nossos mortos. No Brasil, no ano passado, tivemos 56 mil homicídios! Em 20 anos de democracia de esquerda foram mais de 700.000 assassinatos! A morte aqui já é banal, gratuita, fútil e está ficando enjoada pela repetição monótona. Assim parece à sociedade. Uma sociedade que foi treinada pela esquerda há vinte anos a ignorar esses homicídios, somente enxergando-os como culpa sua (…)”

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Resultado da liberdade homossexual

Palavras dos Drs. Paul e Kirk Cameron, na Convenção anual da Eastern Psychological Association – EPA (Filadelfia, EUA), em 23/março/2007 (v. Agência Católica de Imprensa – ACI):

“A consistência da redução na esperança de vida para quem vive a homossexualidade é significativa […] O hábito de fumar reduz a esperança de vida de uma pessoa entre 1 e 7 anos; enquanto que a conduta homossexual na Noruega e Dinamarca a diminui em até 24 anos […] Que justificação existe para condenar o hábito de fumar e aceitar a homossexualidade? Hoje, em todo mundo ocidental, as crianças no colégio aprendem que devem aceitar a homossexualidade e rechaçar o tabaco […] Dada a grande redução da esperança de vida nos homossexuais, as escolas deveriam advertir forte e consistentemente às crianças inclusive mais do que se faz com o tabaco. As escolas que estão introduzindo um curriculum pró-gay precisam voltar a pensar suas prioridades.”

Deseducação revolucionária

A conquista e o domínio da educação pela ideologia revolucionária marxista está chegando ao ápice com o completo escancaramento e a total falta de dissimulação dos seus “pregadores”. Segue o relato de Mírian Macedo, jornalista e mãe, sobre o ocorrido, ao qual não é necessário acrescentar mais nada:

Acabei de tirar minha filha, de 14 anos, do Colégio Pentágono/COC (unidade Morumbi – São Paulo) em protesto contra o método pedagógico “porno-marxista” adotado pela escola (…) As provas de desvio moral-ideológico são incontáveis (…) As apostilas de História e Geografia, pontilhadas de frases-epígrafes de Karl Marx e escritas em ‘português ruim’, contêm gravíssimos erros de informação e falsificação de dados históricos. Não passam, na verdade, de escancarados panfletos esquerdejosos que as frases abaixo, copiadas literalmente, exemplificam bem:

“(…) Podemos tomar como exemplo a escravidão no Brasil, justificada pela condição de inferioridade do negro, colocado (sic) como animal, pois era ‘desprovido de alma’. Como catequizar um animal? Além da Igreja, que legitimou tal sandice, a quem mais interessava tamanha besteira? (…)”

Sandice é dizer que a Igreja legitimou a escravidão. Em 1537, o Papa Paulo III publicou a Bula Veritas Ipsa (também chamada Sublimis Deus), condenando a escravidão dos ‘índios e as mais gentes’. Dizia o documento, aqui transcrito em português da época que “com authoridade Apostolica, pello teor das presentes, determinamos, & declaramos, que os ditos Indios, & todas as mais gentes que daqui em diante vierem á noticia dos Christãos, ainda que estejão fóra da Fé de Christo, não estão privados, nem devem sello, de sua liberdade, nem do dominio de seus bens, & que não devem ser reduzidos a servidão” (…)

Outro trecho informa que o “dilúvio seria enviado por Deus, como castigo às cidades de Sodoma e Gomorra”. Em Genesis (19:24), lê-se: “O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra”. Além disto, a destruição de Sodoma e Gomorra nada tem a ver com Noé e sim, com o patriarca Abraão e seu sobrinho Ló.

O mais grave é que estas apostilas, de viés ideológico explícito, vêm sendo adotadas por um número cada vez maior de escolas no País. Além das escolas próprias, o COC faz parcerias com quem queira adotar o sistema, como aconteceu este ano com o Colégio Pentágono, onde minha filha estuda desde o primário. Estas apostilas têm de ser proibidas e as escolas-parceiras e o COC têm de ser responsabilizados. É a escuridão reinante.

“Aquecimento global” e o nível do mar

S. Fred Singer, um físico da atmosfera, professor emérito de ciências ambientais da Universidade de Virgínia, scholar do National Center for Policy Analysis, e ex-diretor do U.S. Weather Satellite Service, afirmou o seguinte ao The Washington Times, em dezembro de 2006, traduzido para o Mídia Sem Máscara em fevereiro de 2007:

“Todos os dados disponíveis mostram que os níveis do mar elevaram-se 120 metros desde o ápice da mais recente era glacial, há 18 mil anos. No milênio passado, a taxa de elevação foi de 18 cm por século – e há boa razão para que essa taxa continue até a próxima era glacial. As medições das marés em todo o mundo não mostram nenhuma aceleração no século XX, mas somente uma taxa de elevação constante.

“Como pode ser isso? Evidentemente, a elevação esperada do derretimento do gelo e da expansão dos oceanos aquecidos é largamente contrabalançada pela perda de água proveniente da evaporação oceânica e, conseqüentemente, mais acumulação glacial no continente Antártico. Portanto, um curto período mais aquecido (durando décadas ou mesmo séculos) não aceleraria a elevação do nível do mar de 18 cm por século.”

Santo Tomás contra os carismáticos

Não surpreende que Santo Tomás fosse contrário à Renovação Carismática, mesmo no longínquo século XIII. Na obra Meditationes ex Operibus S. Thomae, o padre D. Mézard, O. P., mostra o Doutor Angélico ensinando que não devemos ser extravagantes no culto exterior que prestamos a Deus. E isto não varia de acordo com os gostos particulares de cada um, mas é assim “por comparação à caridade” (op. cit.), pois Jesus disse: «Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita» (Mt 6, 3). Segue o texto (destaques meus):

“Diz o Evangelho: «eis que o reino de Deus está no meio de vós» (Lc 17, 21). Portanto, não consiste principalmente nos atos exteriores: «o reino de Deus não é nem comida nem bebida», diz S. Paulo (Rm 14, 17). Os atos interiores são como um fim que se busca por si mesmo. Os atos exteriores, porém, pelos quais o homem rende homenagem a Deus, são como meios ordenados a um fim.

“Ora, naquilo que se busca como fim, não há restrição de medida: quanto mais, melhor. Ao contrário, naquilo que se busca como meio a um fim, há uma medida proporcionada ao fim. Por exemplo, o médico quer a cura com todas as suas forças; dispensa remédios, não tantos quanto suas forças permitem, mas tantos quanto julga oportuno para a cura do paciente.

“Assim, o homem não tem restrições quanto à fé, a esperança, a caridade; quanto mais crê, espera e ama, melhor (…) Mas nos atos exteriores, é preciso que haja discrição, por comparação à caridade.”

A educação dos filhos

Já não existe mais educação no século XXI, pois ela foi destruída, em seus meios e fins, no século XX. O que devem fazer os pais com seus filhos neste século ateu? Gustavo Corção respondeu essa pergunta no editorial “Existem hoje educação católica e colégios católicos?” (Revista Permanência n° 76, Fevereiro de 1975, Ano VIII) quando a situação já estava caótica:

“Já que a autoridade religiosa se omite, aos pais compete zelar para que os filhos não sejam pervertidos na fé e na moral. Dificilmente encontrarão eles ainda um colégio realmente católico. Talvez seja melhor não matricularem os filhos nos colégios de religiosos, porque raro é o que ainda educa religiosamente seus alunos. Se possível, procurem um sacerdote ainda católico que prepare os filhos na catequese.

“Mas, acima de tudo, devem os pais aprofundar os seus conhecimentos religiosos para poderem, na medida do possível, transmiti-los aos filhos. Diante da irresponsabilidade dos que deveriam ser os mestres da vida cristã, cresce imensamente a responsabilidade dos pais.

“Poderão estar certos de que o auxílio de Deus não lhes faltará para tal mister. A graça de estado não lhes será tirada, já que possuem o sagrado vínculo do matrimônio, título legítimo e eficaz para recorrerem ao Pai e humildemente pedirem a Ele a proteção para os seus filhos abandonados ou pervertidos por aqueles que deveriam ampará-los na fé e salvar-lhes a alma.”

O dia em que o Estadão anunciou o início de uma Era Glacial

Recomendo a leitura do artigo “O dia em que o Estadão anunciou o início de uma Era Glacial”, de Eugenio Hackbart, meteorologista da empresa MetSul.

“E agora?” – diria um alarmista…